
Ao contrário do Inspector Varatojo, que por utilizar tal pseudónimo num programa da RTP e em colunas de jornal sobre criminologia e literatura policial se tornou suspeito de ser agente da PIDE – em 1974-1975 também alguns inspectores da Judiciária, das Finanças ou do Ministério da Educação foram compreensivelmente olhados como putativos bufos (alguns deles sê-lo-iam, não duvido) -, eu nada tenho a desmentir. Mas posso informar que, diversamente daquilo que sugere o Luís Januário num simpático post com o qual laureia (de uma certa maneira) Os Livros Ardem Mal, eu não abandonei o barco. Apenas fui ali e já volto.
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hehehe
Aí está uma boa notícia. Um abraço